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Então, fui a Berlim – Parte 2

Lembram da parte 1? Adicionei mais algumas informações lá.

Segue a segunda e última parte do meu relato da minha viagem a Berlim, Alemanha.

Minha foto em frente ao Brandenburg Gate em Berlim
Não tive a oportunidade de ir ao Brandenburg Gate durante o dia, mas mesmo a noite ele é espetacular. Porém não foi assim que começou meu segundo dia em Berlim.

Na quarta-feira (6/11/2013) depois de acordar cedo e participar da conferência da Motorola Solutions Inc., sai para almoçar no McDonald’s próximo ao hotel porque só tinha 40 min para ir, comer e voltar. Entretanto, nem tudo são flores, me explicaram mais ou menos onde a McDonald’s ficava, mas é claro que acabei me perdendo. Rodei por quase 20 min até conseguir encontrar o McDonald’s, de fato era bem próximo ao Hotel, porém eu tinha ido pelo lado contrário e consequentemente mais distante (Murphy aquele abraço).

Não preciso dizer que tive de voltar as pressas para o Hotel, porque já estava atrasado. Sorte que a reunião que teríamos logo após o almoço foi remarcada. (Chupa Murphy!)

Ainda na quarta-feira, pela noite tive a oportunidade de sair para andar por Berlim com um pequeno grupo que estava na conferência. Pessoal bem animado e divertido, um deles também era marujo de primeira viagem internacional, assim como eu, porém ele sabia inglês fluente. Entretanto para todos ali era a primeira vez em Berlim, então tudo era novidade e de alguma forma, divertido.

Uma grande rampa de gelo em Berlim

Essa rampa (?) estava terminando de ser montada numa das praças do nosso passeio.

Muro de Berlim com alguns informes sobre a época

Por quase todos os cantos que pude andar, vi pedaços do muro de Berlim

Muro de Berlim e sua marcação no chão

Os locais que não existe mais o muro, eles mantiveram a marcação no chão, rua, terreno para que nunca esqueçam o que existiu ali.

Brandenburg Gate visto de trás e meio em diagonal

Ao fim de uma caminhada com bastante vento e 5ºC.

Brandenburg Gate visto de trás

Brandenburg Gate visto pela frente

Panorâmica da região do Brandenburg Gate

Na quinta-fera (7/11/2013) já acordei lembrando que seria meu último dia em Berlim, é uma sensação bem triste, mas eu ainda estava lá. Também era o último dia da conferência, que por sinal teve um bom público e feedback bem positivo da comunidade. Passado as palestras e formalidades, chegamos ao almoço, dessa vez tive uma hora para almoçar e dado ao fracasso de tentar comer no McDonald’s, resolvi tentar a sorte nos restaurantes do shopping próximo ao hotel. Rodei rapidamente pela praça de alimentação e acabei parando para comer no Play OFF Sport Bar, onde uma garçonete bem simpática e que sabia inglês veio me atender. A essa altura do campeonato já estaria feliz em conseguir apenas um milkshake, mas como ela se mostrou bem prestativa e preocupada porque eu não comeria nada, resolvi falar brevemente sobre minhas fressuras com comida (quem me conhece pessoalmente sabe que comer para mim é um processo complicado) e como gosto de um sanduíche simples, ela recomendou uma opção no cardápio e então resolvi arriscar. No final consegui saborear um excelente sanduíche com batata fritas e meu milkshake. A fome era tanta na hora que só tenho essa foto:
Foto do milkshake de chocolate do Play OFF

Pois é, quando o sanduíche chegou não lembrei de tirar foto.

Depois de voltar ao Hotel e participar de algumas reuniões, já era final de tarde.
Como era o último dia de quase todos ali, resolvemos sair em um grupo, acordamos de fazer o mesmo trajeto do dia anterior e incrementá-lo para todos conhecerem alguns pontos turísticos e irmos até o checkpoint charlie.

Foto do Check Point Charlie

Eu em pé no check point Charlie

Sabe cachorro quente? pois é, agora imagina um peixe quente dentro de um pão.

Vocês conhecem Fish Hot? uma das coisas bizarras que vi por lá. Claro que não tive coragem de experimentar.

Ao voltarmos ao Hotel já era noite, a última noite. Um outro grupo estava prestes a sair para dar uma volta e buscar um bar/pub da região para conhecer melhor a comida e bebida. Não pensei duas vezes, e logo topei em sair novamente com o outro grupo. Rodamos por alguns pontos que já tinha passado com o grupo anterior, porém começamos a ir mais para longe, até que após o “gate” pararmos num restaurante para beber algo pois o tempo tinha esfriado bastante. Já era tarde, o restaurante fechou e resolvemos voltar a nossa busca pelo pub/bar da região, acabamos encontrando um bem badalado, considero assim pois tinha uma certa fila para entrar, sem demora conseguimos uma mesa para nós. Não sei ao certo quanto tempo ficamos ali, mas tive a oportunidade de escutar várias histórias e me divertir com as comparações das linguagens faladas pelo mundo, pois na mesa tinha um brasileiro, um indiano, um londrino, uma francesa e um americano. É impressionante como as realidades são bem distintas e deveras divertidas.

Copo com uma dose de vodca

Sobremesa de Chocolate

Basicamente o que bebi e comi.

Ao voltarmos novamente para o hotel alguns não se deram por cansados e resolveram beber no bar do hotel, foi então que tive a oportunidade de conhecer um autêntico alemão, um senhor de uns 60 e poucos anos, muito gente boa e que estava adorando contar suas peripécias na Alemanha, além é claro de falar mal do pessoal de Berlim. Me lembrou um pouco do Brasil hehe

Porém ele me deixou um excelente ensinamento, que gostaria de repassar para você. Ele me viu por diversas vezes mexendo no iPhone, geralmente mostrando fotos ou batendo fotos novas e disse: “É legal bater fotos e registrar momentos, porém viver o momento é melhor ainda. Evite viver somente atrás da tela/câmera. Nossos cérebros são fantásticos, registre na sua cabeça aquele momento, em memórias e não somente em fotos/vídeos.”

Cervo luminária

 

Posso dizer que foi uma viagem excepcional, antes de ir tive receio se conseguiria falar com as pessoas em outra língua, até cheguei a travar por longos porém poucos segundos, mas no final acabei sempre conseguindo me comunicar e se fazer ser entendido. Sei que preciso praticar bem mais meu inglês, mas fiquei feliz em ter conseguido vencer o medo e não ter paralisado. Conheci várias pessoas, bastante histórias, mesmo por pouco tempo, foi bem divertido e agradável. Saudade.

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Então, fui a Berlim – Parte 1

Surgiu uma oportunidade de ir a Berlim através do meu trabalho, para uma conferência da Motorola Solutions Inc. no período de 4/11/2013 a 7/11/2013.

Vale enfatizar que apesar de ter estudado 7 anos em um cursinho de inglês, não tenho a prática de falar em inglês e esta foi minha primeira viagem internacional. Então com meu inglês “enferrujado”, decidi encarar o desafio de ir junto com um colega de trabalho para a conferência. Afinal, não é todo dia que aparece uma oportunidade dessas.

Caio de braços abertos em frente ao muro de Berlim

Mentalmente fiz a pergunta: “Por quê não?”, me faço essa pergunta e se não conseguir motivos convincentes para não fazer, vou lá e faço.

A viagem começa na verdade no dia 3/11/2013 (domingo) porque foram 3 longos voos até chegar a Berlim, meu voo inicial saiu de Recife para Lisboa, as 22:55, depois de 3 horas no aeroporto de Lisboa seguimos viagem em outro voo para Frankfurt, mais uma hora de espera e finalmente pegamos o nosso último voo para Berlim, totalizando muitas horas de viagem 😛

Finalmente chegamos a Berlim pela noite da segunda-feira (4/11/2013), por volta de  21:30. Logo de cara deu para sentir a diferença de temperatura da qual estou “habituado” em Recife, mas foi algo agradável pois em Berlim tem um vento bem frio, porém suportável com casaco leve. A temperatura na viagem persistiu em torno de 7ºC durante o dia e a noite caia para 4ºC.

Na terça feira (5/11/2013) tivemos a feliz surpresa que só teríamos agenda a partir das 13hrs. Então como tínhamos acordado as 7h, estávamos com um bom tempo para passear. Resolvemos ir direto para a Apple Store de Berlim para que eu pudesse comprar meu tão aguardado iPhone 5S, pois o modelo comercializado na Alemanha é o mesmo modelo homologado pela Anatel e com a banda 4G compatível com os “padrões” do Brasil. Como a Apple Store só abria as 10h, resolvemos sair do hotel a pé e ir conhecendo a cidade pelo caminho até lá.

No caminho estava com o iPhone 5C que comprei para minha cunhada no aeroporto de Lisboa, então pude tirar algumas fotos.

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Tive a oportunidade de ver belas construções.

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Assim como belas paisagens como essa abaixo

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Também alguns carros legais, tais como esse Porsche (vale ressaltar a agilidade da câmera do iPhone 5S, pois estava na calçada e só reparei quando o carro acelerou para sair do sinal e fazer a curva. O iPhone estava no bolso)

Foto de um Porsche esportivo fazendo a curva em Berlim

Surpreso com a qualidade da câmera, resolvi fazer um teste.

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Essa ao longe, que parece somente uma torre, é a Igreja Memorial do Imperador Guilherme, que foi quase totalmente destruída na segunda guerra mundial.

Desse ponto onde estava, resolvi testar o zoom do iPhone 5C

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Legal, né?

Achei meio pixelizado, talvez a luz não estivesse ajudando porque tem um prédio escuro logo ao lado, coisa e tal.

Resolvi ir mais um pouco para a direita e alguns passos a frente para tentar focar melhor

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Essa foto acima, é com o zoom máximo do iPhone 5C. Achei ela melhor do que o zoom no médio.

Ao me virar me deparei com uma fonte/escultura bem diferente

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Logo vi que estava de frente ao zoológico de BerlimFoto da Entrada Zoológico de Berlim

Sim, o carro de serviço deles é pintado com listras de zebra.

Resolvemos continuar a nossa jornada até a Apple Store.

Para a nossa surpresa, o caminho passava logo em frente a Igreja Memorial.

Foto dos andaímes da restauração da Igreja do Imperador Guilherme

Essas “paredes” brancas são proteções térmicas que ficam junto aos andaimes, pois a Igreja está em processo de restauração.

Mais um pouco a frente, finalmente encontramos a App Store de Berlim.
Foto da fachada da Apple Store de Berlim

Já tinha uma fila pois o iPad Air tinha acabado de ser lançado por lá, assim como o iPhone 5S poucos dias antes. Também vale ressaltar que foi minha primeira fila numa App Store hehe

Foto da fila formada em frente a Apple Store de Berlim

Dentro da loja me pareceu bem confortável visualmente, toda a linha de dispositivos da Apple estavam ali a disposição para serem usados e no centro o Genius Bar (onde há cadeira).

Foto do interior da Apple Store de Berlim

Depois de pegar o iPhone 5S, autenticar no iCloud e fazer o restore do antigo iPhone 4, começamos a volta para o Hotel.

Acabamos se deparando com uma oficina de reparo de Pianos que uma das suas paredes eram feitas de vidro, permitindo ver o trabalho deles.

Foto de um piano em manutenção

Pianos sendo construídos

Pelo caminho sai batendo algumas fotos de quase tudo que chamava minha atenção.

Foto da luz do sol batendo na fachada de um prédio secular

Até mesmo da sutileza da luz do sol em uma construção secular.

Foto da placa indicando o nome da rua: Hiroshimastrafe

Achei bastante curioso o nome desta rua.

Foto do Ampelmann no sinal de pedestre

Ampelmann que está em todos os sinais de sinalização para pedestres, pelo menos nas ruas que passei.

Foto de um Corvo gigante andando

Os corvos tem o tamanho de galinhas do Brasil, será que eles também os comem? 😛

Animais pintados no muro

Essas pinturas eram no caminho ara a estação de metrô que ficava colada no Hotel.

Banner do Blue Man Group

O grupo Blue Man estava em cartaz num teatro próximo ao hotel mas não tive tempo de ir lá conferir.

Foto de uma bandeja com chocolates diversos

Encontrei esses chocolates num mercado de bairro logo depois da estação de metrô. Não lembro o nome dele, mas estes “biscoitos”de chocolate são uma delícia.

Estátua de girafa em Berlim

Não me pergunte o porque, mas tinha essa estátua lá no meio da rua em Berlim.

Monumento estranho

Tire suas próprias conclusões.Foto da lateral do ônibus em Berlim

Me lembrou um pouco os ônibus de Londres.

 

Atualizado última vez em: 11/04/2014

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