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NIC.br explica: Introdução ao Gerenciamento de Redes – Parte 2 – IPAM

via Youtube – NIC.br



Então, fui a Berlim – Parte 2

Lembram da parte 1? Adicionei mais algumas informações lá.

Segue a segunda e última parte do meu relato da minha viagem a Berlim, Alemanha.

Minha foto em frente ao Brandenburg Gate em Berlim
Não tive a oportunidade de ir ao Brandenburg Gate durante o dia, mas mesmo a noite ele é espetacular. Porém não foi assim que começou meu segundo dia em Berlim.

Na quarta-feira (6/11/2013) depois de acordar cedo e participar da conferência da Motorola Solutions Inc., sai para almoçar no McDonald’s próximo ao hotel porque só tinha 40 min para ir, comer e voltar. Entretanto, nem tudo são flores, me explicaram mais ou menos onde a McDonald’s ficava, mas é claro que acabei me perdendo. Rodei por quase 20 min até conseguir encontrar o McDonald’s, de fato era bem próximo ao Hotel, porém eu tinha ido pelo lado contrário e consequentemente mais distante (Murphy aquele abraço).

Não preciso dizer que tive de voltar as pressas para o Hotel, porque já estava atrasado. Sorte que a reunião que teríamos logo após o almoço foi remarcada. (Chupa Murphy!)

Ainda na quarta-feira, pela noite tive a oportunidade de sair para andar por Berlim com um pequeno grupo que estava na conferência. Pessoal bem animado e divertido, um deles também era marujo de primeira viagem internacional, assim como eu, porém ele sabia inglês fluente. Entretanto para todos ali era a primeira vez em Berlim, então tudo era novidade e de alguma forma, divertido.

Uma grande rampa de gelo em Berlim

Essa rampa (?) estava terminando de ser montada numa das praças do nosso passeio.

Muro de Berlim com alguns informes sobre a época

Por quase todos os cantos que pude andar, vi pedaços do muro de Berlim

Muro de Berlim e sua marcação no chão

Os locais que não existe mais o muro, eles mantiveram a marcação no chão, rua, terreno para que nunca esqueçam o que existiu ali.

Brandenburg Gate visto de trás e meio em diagonal

Ao fim de uma caminhada com bastante vento e 5ºC.

Brandenburg Gate visto de trás

Brandenburg Gate visto pela frente

Panorâmica da região do Brandenburg Gate

Na quinta-fera (7/11/2013) já acordei lembrando que seria meu último dia em Berlim, é uma sensação bem triste, mas eu ainda estava lá. Também era o último dia da conferência, que por sinal teve um bom público e feedback bem positivo da comunidade. Passado as palestras e formalidades, chegamos ao almoço, dessa vez tive uma hora para almoçar e dado ao fracasso de tentar comer no McDonald’s, resolvi tentar a sorte nos restaurantes do shopping próximo ao hotel. Rodei rapidamente pela praça de alimentação e acabei parando para comer no Play OFF Sport Bar, onde uma garçonete bem simpática e que sabia inglês veio me atender. A essa altura do campeonato já estaria feliz em conseguir apenas um milkshake, mas como ela se mostrou bem prestativa e preocupada porque eu não comeria nada, resolvi falar brevemente sobre minhas fressuras com comida (quem me conhece pessoalmente sabe que comer para mim é um processo complicado) e como gosto de um sanduíche simples, ela recomendou uma opção no cardápio e então resolvi arriscar. No final consegui saborear um excelente sanduíche com batata fritas e meu milkshake. A fome era tanta na hora que só tenho essa foto:
Foto do milkshake de chocolate do Play OFF

Pois é, quando o sanduíche chegou não lembrei de tirar foto.

Depois de voltar ao Hotel e participar de algumas reuniões, já era final de tarde.
Como era o último dia de quase todos ali, resolvemos sair em um grupo, acordamos de fazer o mesmo trajeto do dia anterior e incrementá-lo para todos conhecerem alguns pontos turísticos e irmos até o checkpoint charlie.

Foto do Check Point Charlie

Eu em pé no check point Charlie

Sabe cachorro quente? pois é, agora imagina um peixe quente dentro de um pão.

Vocês conhecem Fish Hot? uma das coisas bizarras que vi por lá. Claro que não tive coragem de experimentar.

Ao voltarmos ao Hotel já era noite, a última noite. Um outro grupo estava prestes a sair para dar uma volta e buscar um bar/pub da região para conhecer melhor a comida e bebida. Não pensei duas vezes, e logo topei em sair novamente com o outro grupo. Rodamos por alguns pontos que já tinha passado com o grupo anterior, porém começamos a ir mais para longe, até que após o “gate” pararmos num restaurante para beber algo pois o tempo tinha esfriado bastante. Já era tarde, o restaurante fechou e resolvemos voltar a nossa busca pelo pub/bar da região, acabamos encontrando um bem badalado, considero assim pois tinha uma certa fila para entrar, sem demora conseguimos uma mesa para nós. Não sei ao certo quanto tempo ficamos ali, mas tive a oportunidade de escutar várias histórias e me divertir com as comparações das linguagens faladas pelo mundo, pois na mesa tinha um brasileiro, um indiano, um londrino, uma francesa e um americano. É impressionante como as realidades são bem distintas e deveras divertidas.

Copo com uma dose de vodca

Sobremesa de Chocolate

Basicamente o que bebi e comi.

Ao voltarmos novamente para o hotel alguns não se deram por cansados e resolveram beber no bar do hotel, foi então que tive a oportunidade de conhecer um autêntico alemão, um senhor de uns 60 e poucos anos, muito gente boa e que estava adorando contar suas peripécias na Alemanha, além é claro de falar mal do pessoal de Berlim. Me lembrou um pouco do Brasil hehe

Porém ele me deixou um excelente ensinamento, que gostaria de repassar para você. Ele me viu por diversas vezes mexendo no iPhone, geralmente mostrando fotos ou batendo fotos novas e disse: “É legal bater fotos e registrar momentos, porém viver o momento é melhor ainda. Evite viver somente atrás da tela/câmera. Nossos cérebros são fantásticos, registre na sua cabeça aquele momento, em memórias e não somente em fotos/vídeos.”

Cervo luminária

 

Posso dizer que foi uma viagem excepcional, antes de ir tive receio se conseguiria falar com as pessoas em outra língua, até cheguei a travar por longos porém poucos segundos, mas no final acabei sempre conseguindo me comunicar e se fazer ser entendido. Sei que preciso praticar bem mais meu inglês, mas fiquei feliz em ter conseguido vencer o medo e não ter paralisado. Conheci várias pessoas, bastante histórias, mesmo por pouco tempo, foi bem divertido e agradável. Saudade.

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Você conhece Jacuípe em Alagoas? Deixa eu apresentar a você…

Conheci esta cidade em 1994, quando me mudei por conta do trabalho do meu pai. Morei lá cerca de uns 6 ou 7 meses e apesar de não ter quase nada o que se ver na cidade vez por outra volto lá com meus pais para visitar um casal que conhecemos que temos como da família.

E sempre que chegamos lá somos recebidos com muito carinho e uma comida deliciosa. Pense numa cozinheira de mão cheia é Meri 🙂

Da última vez que estive lá, quinzena de março, achei que seria interessante mostrar o lugar aqui no blog. Infelizmente a cidade não mudou muito em quase 20 anos, para vocês terem noção de como as coisas chegam rápido lá, até 2012 não funcionava nenhuma operadora móvel. Sempre que ia pra lá sabia que iria ficar incomunicável.

Em 2012 a Claro começou a funcionar por lá mas somente a parte de voz (dados seria luxo demais né, rsrs). Este ano a situação melhorou um pouco e a TIM e a Oi estavam funcionando somente a parte de voz e a Claro melhorou e a parte de dados também estava funcionando (pude fazer check-in no Foursquare :P). O engraçado é que eu estava me sentindo uma doida trocando de chip no smartphone para testar as operadoras, rsrs.

Se você está afim de conhecer uma verdadeira cidade de interior, essa aí é uma boa opção 😉



Então, fui a Berlim – Parte 1

Surgiu uma oportunidade de ir a Berlim através do meu trabalho, para uma conferência da Motorola Solutions Inc. no período de 4/11/2013 a 7/11/2013.

Vale enfatizar que apesar de ter estudado 7 anos em um cursinho de inglês, não tenho a prática de falar em inglês e esta foi minha primeira viagem internacional. Então com meu inglês “enferrujado”, decidi encarar o desafio de ir junto com um colega de trabalho para a conferência. Afinal, não é todo dia que aparece uma oportunidade dessas.

Caio de braços abertos em frente ao muro de Berlim

Mentalmente fiz a pergunta: “Por quê não?”, me faço essa pergunta e se não conseguir motivos convincentes para não fazer, vou lá e faço.

A viagem começa na verdade no dia 3/11/2013 (domingo) porque foram 3 longos voos até chegar a Berlim, meu voo inicial saiu de Recife para Lisboa, as 22:55, depois de 3 horas no aeroporto de Lisboa seguimos viagem em outro voo para Frankfurt, mais uma hora de espera e finalmente pegamos o nosso último voo para Berlim, totalizando muitas horas de viagem 😛

Finalmente chegamos a Berlim pela noite da segunda-feira (4/11/2013), por volta de  21:30. Logo de cara deu para sentir a diferença de temperatura da qual estou “habituado” em Recife, mas foi algo agradável pois em Berlim tem um vento bem frio, porém suportável com casaco leve. A temperatura na viagem persistiu em torno de 7ºC durante o dia e a noite caia para 4ºC.

Na terça feira (5/11/2013) tivemos a feliz surpresa que só teríamos agenda a partir das 13hrs. Então como tínhamos acordado as 7h, estávamos com um bom tempo para passear. Resolvemos ir direto para a Apple Store de Berlim para que eu pudesse comprar meu tão aguardado iPhone 5S, pois o modelo comercializado na Alemanha é o mesmo modelo homologado pela Anatel e com a banda 4G compatível com os “padrões” do Brasil. Como a Apple Store só abria as 10h, resolvemos sair do hotel a pé e ir conhecendo a cidade pelo caminho até lá.

No caminho estava com o iPhone 5C que comprei para minha cunhada no aeroporto de Lisboa, então pude tirar algumas fotos.

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Tive a oportunidade de ver belas construções.

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Assim como belas paisagens como essa abaixo

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Também alguns carros legais, tais como esse Porsche (vale ressaltar a agilidade da câmera do iPhone 5S, pois estava na calçada e só reparei quando o carro acelerou para sair do sinal e fazer a curva. O iPhone estava no bolso)

Foto de um Porsche esportivo fazendo a curva em Berlim

Surpreso com a qualidade da câmera, resolvi fazer um teste.

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Essa ao longe, que parece somente uma torre, é a Igreja Memorial do Imperador Guilherme, que foi quase totalmente destruída na segunda guerra mundial.

Desse ponto onde estava, resolvi testar o zoom do iPhone 5C

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Legal, né?

Achei meio pixelizado, talvez a luz não estivesse ajudando porque tem um prédio escuro logo ao lado, coisa e tal.

Resolvi ir mais um pouco para a direita e alguns passos a frente para tentar focar melhor

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Essa foto acima, é com o zoom máximo do iPhone 5C. Achei ela melhor do que o zoom no médio.

Ao me virar me deparei com uma fonte/escultura bem diferente

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Logo vi que estava de frente ao zoológico de BerlimFoto da Entrada Zoológico de Berlim

Sim, o carro de serviço deles é pintado com listras de zebra.

Resolvemos continuar a nossa jornada até a Apple Store.

Para a nossa surpresa, o caminho passava logo em frente a Igreja Memorial.

Foto dos andaímes da restauração da Igreja do Imperador Guilherme

Essas “paredes” brancas são proteções térmicas que ficam junto aos andaimes, pois a Igreja está em processo de restauração.

Mais um pouco a frente, finalmente encontramos a App Store de Berlim.
Foto da fachada da Apple Store de Berlim

Já tinha uma fila pois o iPad Air tinha acabado de ser lançado por lá, assim como o iPhone 5S poucos dias antes. Também vale ressaltar que foi minha primeira fila numa App Store hehe

Foto da fila formada em frente a Apple Store de Berlim

Dentro da loja me pareceu bem confortável visualmente, toda a linha de dispositivos da Apple estavam ali a disposição para serem usados e no centro o Genius Bar (onde há cadeira).

Foto do interior da Apple Store de Berlim

Depois de pegar o iPhone 5S, autenticar no iCloud e fazer o restore do antigo iPhone 4, começamos a volta para o Hotel.

Acabamos se deparando com uma oficina de reparo de Pianos que uma das suas paredes eram feitas de vidro, permitindo ver o trabalho deles.

Foto de um piano em manutenção

Pianos sendo construídos

Pelo caminho sai batendo algumas fotos de quase tudo que chamava minha atenção.

Foto da luz do sol batendo na fachada de um prédio secular

Até mesmo da sutileza da luz do sol em uma construção secular.

Foto da placa indicando o nome da rua: Hiroshimastrafe

Achei bastante curioso o nome desta rua.

Foto do Ampelmann no sinal de pedestre

Ampelmann que está em todos os sinais de sinalização para pedestres, pelo menos nas ruas que passei.

Foto de um Corvo gigante andando

Os corvos tem o tamanho de galinhas do Brasil, será que eles também os comem? 😛

Animais pintados no muro

Essas pinturas eram no caminho ara a estação de metrô que ficava colada no Hotel.

Banner do Blue Man Group

O grupo Blue Man estava em cartaz num teatro próximo ao hotel mas não tive tempo de ir lá conferir.

Foto de uma bandeja com chocolates diversos

Encontrei esses chocolates num mercado de bairro logo depois da estação de metrô. Não lembro o nome dele, mas estes “biscoitos”de chocolate são uma delícia.

Estátua de girafa em Berlim

Não me pergunte o porque, mas tinha essa estátua lá no meio da rua em Berlim.

Monumento estranho

Tire suas próprias conclusões.Foto da lateral do ônibus em Berlim

Me lembrou um pouco os ônibus de Londres.

 

Atualizado última vez em: 11/04/2014

Críticas? Sugestões?

Aproveite a seção de comentários abaixo.

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Resumindo o que vi em Ourense

Resolvi fazer este post para contar, em resumo (se eu conseguir, rsrs), as coisas que observei e que minha irmã me contou sobre esta região linda da Espanha.

Assaltos/Assassinatos:

Isso é algo que raramente acontece, minha irmã está morando aqui desde setembro do ano passado e ela não soube de nenhum caso de assalto e assassinato, somente um que foi o marido matou a esposa.

Andei por ruelas que não tinha uma pessoa sequer, lugares completamente estranhos e que se fosse em qualquer cidade no Brasil teria muito medo de passar. O exemplo bem claro e recente foi o que aconteceu comigo em Aracaju-SE. Sem falar nos horários que andamos, caminhar pelo centro histórico às 23h ou andar às 11h não faz a menor diferença, só que está tudo fechado, mas você se sente segura da mesma forma.

Horários:

O dia aqui começa tarde, por volta das 9h,  o horário do almoço é das 14h às 16h e as lojas fecham para almoço, só não os restaurantes e centros comerciais. Às 21h é que o comércio começa a fechar as portas, contudo os cafés ficam abertos até tarde, 1h da madrugada ainda estão funcionando, não sei dizer que horas fecham.

O dia clareia cedo por volta de 7h quando a neblina ajuda seja no inverno ou no verão, já o anoitecer varia, no inverno anoitece mais cedo por volta das 19:30h, mas no verão minha irmã falou que anoitece às 22h.

O Idioma:

Pense numa confusão, aqui se fala e escreve seja em Espanhol ou em Galego, placas em ruas, praças, lojas, trânsito, variam muito entre estes dois idiomas. O que faz a pessoa que não tem costume com as duas línguas se enrolar um pouco, mas nada grave, pois ambas são parecidas com o português do Brasil, o galelo até mais que o espanhol.

Comprimentos:

Bom dia é dado até as 14h, boa tarde até umas 20h ou 21h, foi estranho dar “buenas tardes” ao pedir o jantar depois das 20h.

Limpeza Urbana:

O recolhimento do lixo é o feito nas lixeiras das ruas e não ficam na frente dos prédios. Existem lixeiras separadas para cada tipo de material (como vocês podem ver na foto abaixo) em 90% das ruas, todo mundo tem que ajudar a reciclar o lixo e isso achei muito bom. Conheço muita gente fresca que não quer nem descer o lixo do apto para o lixo comum do prédio, digo isso porque já morei em um edifício onde o povo era assim. Na casa dos meus pais o lixo é todo separado e sei que alguns prédios eles pedem que o lixo seja separado.

As ruas e calçadas são limpas por um carrinho, como este da foto abaixo.

Quarta-feira Sem Aula:

Parece até brincadeira mas aqui nas quartas é um dia livre, mas há uma explicação quando existe greve ou feriado este é o dia usado para repor as aulas do dia “prejudicado”.

Transporte Público:

Achei tudo muito organizado, não vi nenhum ônibus lotado, contudo a cidade não é tão grande a ponto de você precisar usar um ônibus para se locomover por ela toda. Se você não tem problema em andar ou não está carregando peso, consegue andar por ela toda.

Quando fui para Vigo, pretendia pegar um ônibus até a rodoviária, pois fica já na saída da cidade, então iríamos andar muito. Quando chegamos na parada, umas 6:15h mais ou menos, vimos que não tinha nenhum ônibus circulando e as placas que mostram quanto tempo falta para cada linha que passa alí chegar não mostravam nenhuma linha, como a professora de Cintia falou uma vez pra ela: Quem acorda antes das 7h ou é padeiro ou é ladrão de carro.

    

Supermercado:

As coisas são muito práticas, quem não gosta de cozinhar ou não tem tempo, pode ter certeza de que vai encontrar uma variedade boa de comida pronta e para quem gosta de cozinha também encontra coisas que adiantam muito fazer o prato desejado. Alguém pode dizer: “Mas Krix, a gente tem isso aqui também”, concordo, mas não com a variedade que vi aqui.

Um exemplo são as verduras e frutas. Imagina poder comprar folhas e usar realmente tudo o que comprou? Pois é, aqui compramos alface e sempre tem alguma folha um pouco feia e sem falar do talo que vai pro lixo. Lá, tinha várias opções de folhas já separadas e prontas para consumo num saquinho que dá para fazer salada (pelo menos a parte das folhas) para umas 4 pessoas por 0.60 euros.

    

Sem contar as outras coisas que vi e que nunca vi aqui dessa forma, melhor que ficar falando vou mostrar as fotos:

    

Sobre as sacolas, nenhum supermercado que fui eles davam sacolas, no carrefour eles nem tem sacolas plásticas, se não levar a sacola ou bolsa, você pode comprar uma bolsa lá que nem lembro o preço. No Mercadona eles tem duas opções, a sacola pequena custa 0.02 euros ou a grande 0.10 euros.

Se você for usar um carrinho tem que colocar uma moeda para poder “liberar”, contudo se você colocar o carrinho no lugar quando finalizar a compra você recebe sua moeda novamente, isso me lembrou o filme The Terminal.

Os Espanhóis (da Galicia):

Me surpreenderam, são muito receptivos e dispostos a ajudar e tentar entender o que você fala, mesmo que você misture, começando uma frase em espanhol e terminando em português. Acho que o fato deles usarem duas línguas parecidas no dia-a-dia ajuda eles a entenderem o português do Brasil.

 



Um dia em Vigo

O que vou escrever aqui é sobre meu oitavo dia de viagem que foi no quarta-feira, 20/02, onde o destino desta vez não é mais Ourense, mas sim Vigo.

Vigo é uma cidade litorânea e com um porto bem diferente do que estou acostumada a ver em Recife. Saímos de casa umas 6h (se estivéssemos no Recife eu diria que eram 3h, quase não víamos uma pessoa na rua e não tem ônibus circulando essa hora) para ir a Estación de Autobuses comprar e embarcar no ônibus que sai as 7h para Vigo.

Chegamos por volta das 8:30 e seguimos nosso roteiro, primeira parada seria o Parque San Roque que fica duas ruas depois da Estación de Autobuses de Vigo, mas infelizmente estava fechado, parecia ser bonito e organizado la dentro.

    

Seguimos para a Plaza de España onde tem um monumento com uns cavalos, achei bem interessante.

    

Saímos do nosso roteiro por um momento porque Cintia lembrou de um monumento em homenagem aos pescadores que tinha numa rua próxima.

        

De lá seguimos para o O Castro, que é enorme, muitas coisas pra ver.

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

    

Fomos procurar uma Igreja que fica próxima a Rúa de Venezuela, achamos, era a Igrexa e Santuario Maria Auxiliadora. Finalmente vi uma igreja com uma luz boa pra ver as coisas e tirar algumas fotos.

    

    

    

Depois que achamos a igreja fomos procurar uma feira que tem muitas coisinhas da região, mas infelizmente não “funciona” na quarta-feira, assim como o museu da cidade que tivemos que tirar do roteiro por conta disso.

Mas enquanto procurávamos encontramos a Catedral de Santa Maria de Vigo, onde estava sendo realizada uma missa naquele momento é não pude tirar fotos dentro dela. Mas é muito linda.

    

Paramos no Media Markt, algo que parecia um shopping no porto. Olhar para o shopping e depois para o porto é bem estranho, uma mistura de épocas que pra mim não combina muito.

    

    

    

    

Caminhamos pela calçada do porto que tem uma vista linda e bem agradável, de um lado os barcos e muita água do outro um parque que deve ficar lindíssimo quando não está no inverno. A estátua em homenagem a Júlio Verne é muito interessante e claro que tinha que tirar fotos.

    

    

Andamos por toda Plaza de Compostela e também pela Plaza de Estrela, elas ficam uma ao lado da outra, até parece mais uma praça só.

    

    

    

    

Fomos atrás de uma igreja que vimos pelo mapa parecia ser perto de onde estávamos, mas quando chegamos até ela foi uma decepção, olha a foto:

    

Eu esperava encontrar uma igreja, como as que geralmente vejo e acho lindas, mas essa era um prédio com o nome ‘Igrexa’ na frente. Quase passávamos direto.

Passamos pela Plaza de Portugal que, comparada as outras praças que passamos, era bem pequena, mas muito bonita.

    

    

Depois andamos mais um pouco pela cidade e voltamos para Ourense antes de anoitecer.

Para ver todas as fotos que estou tirando vocês podem acessar o link do álbum no Flickr.