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Open VPN iOS app

Imagem do ícone do OpenVPN

Muitas vezes precisamos acessar a rede do trabalho de novos iPhones/iPads porem se sua empresa se preocupa com as questões de segurança, esse acesso via dispositivos fora da rede interna será somente permitido através de uma VPN.

O app OpenVPN Connect é um aplicativo simples porem bem eficiente. Ele permite que você use o seu client.ovpn para autenticar no seu dispositivo e assim permitir a conexão com a VPN.

Você deve estar se perguntando como fazer isso, não e mesmo? É simples, apenas 4 passos:

1º passo:

Baixe o app via App Store: OpenVPN Connect

2º passo:
Imagem do OpenVPN no iTunes
Conecte seu dispositivo ao iTunes e na aba de aplicativos clique no ícone do aplicativo e adiciona o seu client.ovpn.

3º passo:
Imagem do app aberto na tela do iPhone.
Abra o Open VPN e coloque seu login e senha.

4º passo:
Imagem do OpenVPN aberto no iPhone e conectado.
Conecte e navegue nos ips da “intranet” como se estivesse na rede local do seu trabalho/casa.

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Dissector para o Wireshark – Parte 2/2

Como mostramos na parte 1, Lua nos permite criar dissectors para o Wireshark de forma simples, porem poderosa.

Organização dos Dissectors

Entretanto é importante pensar na organização do código. Lua nos deixa bastante livre para decidirmos como organizar o código fonte. Você pode dividir seu código em quantos arquivos forem necessários e também coloca-los para serem carregados na ordem que você desejar. É possível carregar todos os arquivos na inicialização do Wireshark, ao colocar o código abaixo no final do arquivo init.lua no diretório aonde o Wireshark foi instalado.

Porem também é possível carregar seu código somente quando necessário, como no código exemplo abaixo:

Trabalhando com bitfields

A API Lua que o Wireshark usa não possui uma forma simples de se trabalhar com bitfield,porque eles só aceitam campos do tipo inteiro com máscara.

Wireshark 1.4.2 e anteriores tem um bug na API Lua. Eles só suportam bitfields (campos int com máscara), quando adicionado a um Proto definindo os campos do protocolo, assim como no exemplo abaixo:

Isso é complicado se você tiver um protocolo grande com vários bitfields, você terá que adicionar todos eles no inicio. Então coloco aqui uma função feita por Devendra Tewari que auxilia na exibição de bitfields.

Sua única limitação é que o Wireshark irá destacar todos os octetos que contêm o bitfield, se você ativar Bit View no painel mais abaixo (terceiro), o Wireshark não irá destacar somente os bits referentes ao campo de bits.

Como colorir seu protocolo no Wireshark

O Wireshark tem uma funcionalidade bem interessante e útil quando precisamos analisar grandes logs capturados. Ele nos permite configurar filtros para cada protocolo e assim colorir cada ocasião que aquele protocolo aparecer. Como pode ser visto na imagem abaixo:

  • Para fazer isso basta ir no menu View/Coloring Rules…
  • Clique no botão de criar novo, irá abrir uma nova janela.
  • No primeiro campo dê um nome ao filtro que será criado
  • No segundo campo informe o nome do protocolo que será filtrado.
  • Logo abaixo escolha as cores e dê ok
  • Posicione o seu novo filtro acima da camada onde seu protocolo roda. Por exemplo: Se o seu protocolo roda em cima de TCP, então coloque seu filtro logo acima do filtro de TCP.
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Dica – O Processo de Tradução de Software Livre

O Rodrigo Flores iniciou ontem em seu blog uma série de Post/Tutorial onde ele irá abordar sobre O Processo de Tradução de Software Livre e no primeiro post ele falou sobre o Arquivo po.

Uma coisa que tenho feito nos últimos tempos é traduzir software livre e uma lista razoável destes: Pidgin, Mono, Anjuta, pacman entre outros. Então, pretendo nesta série de posts dar alguma dicas e dizer como é o processo de tradução, ferramentas extras que uso e como preparo meu ambiente para fazer uma tradução.

Rodrigo Flores

Para quem pretende colaborar na tradução de softwares, e uma leitura obriatória! 🙂