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Monitorando a velocidade da conexão com a internet via linha de comando

Em algum momento você deve ter precisado testar a conexão com a internet e correu para um site que faz este serviço, correto? O Speedtest, acredito que seja um dos mais conhecidos e usados para este propósito, mas que tal ter isso na linha de comando? O speedtest-cli resolve isto.

Às vezes precisamos monitorar não somente um momento específico da conexão mas vários durante o dia e utilizar o site não seria muito prático, já um script tornaria a ‘coisa’ linda.

O speedtest-cli foi escrito em Python e é bem simples de utilizar, mas antes vou mostrar como instalar, seja no GNU/Linux ou no OS X:

É interessante colocar o script no PATH para ficar mais simples de chamá-lo:

Você pode testar a conexão sem passar parâmetro algum:

Porém você pode refinar o teste selecionando o lugar, para isso use a opção list:

Com esta informação você usará o ID do local para testar, vamos testar a taxa de uma conexão (Download|Upload) entre Recife e São Paulo:

Bem prático não é mesmo?! Até melhor que usar pelo navegador 😉



Tradução do livro A Byte of Python

Esse final de semana vi no blog do Rodrigo Amaral um post sobre a tradução do livro A Byte of Python e vim compartilhar com vocês aqui.

O autor é o Swaroop C. H. e de acordo com ele este livro é um tutorial/guia para pessoas que estão começando a programar em Python.

If all you know about computers is how to save text files, then this is the book for you.

Swaroop C. H.

Para baixar a versão traduzida do livro no formato ebook clique aqui, ou você pode ler online aqui.

Este livro está sob a licença Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported.



O @encontrolivre e o @PUGPE promovem workshops de #Python

O Encontro Livre e o Grupo de usuários de Python de Pernambuco (PUG-PE) promovem um workshop de Python na Torre Malakoff, durante os dias 08, 09 e 10 de setembro, das 17h às 20h. A atividade é voltada tanto para quem está se aventurando no universo da programação quanto para quem já conhece e deseja aprofundar  conhecimentos nesta linguagem que vem se popularizando cada vez mais e já é amplamente utilizada em diversos ambientes web, embarcados, mobile e em projetos de empresas como Nasa, Google e Serpro.

Confira abaixo os workshops:

  • Dia 08.09: Apresentando Python, com Marcel Caraciolo
  • Dia 09.09: Python pra web – Django
  • Dia 10.09: Python com interfaces gráficas

Para participar é necessário comparecer no dia do workshop com meia hora de antecedência para efetuar a inscrição.

Valor: R$ 10,00

Fonte: EncontroLivre



Dissector para o Wireshark – Parte 2/2

Como mostramos na parte 1, Lua nos permite criar dissectors para o Wireshark de forma simples, porem poderosa.

Organização dos Dissectors

Entretanto é importante pensar na organização do código. Lua nos deixa bastante livre para decidirmos como organizar o código fonte. Você pode dividir seu código em quantos arquivos forem necessários e também coloca-los para serem carregados na ordem que você desejar. É possível carregar todos os arquivos na inicialização do Wireshark, ao colocar o código abaixo no final do arquivo init.lua no diretório aonde o Wireshark foi instalado.

Porem também é possível carregar seu código somente quando necessário, como no código exemplo abaixo:

Trabalhando com bitfields

A API Lua que o Wireshark usa não possui uma forma simples de se trabalhar com bitfield,porque eles só aceitam campos do tipo inteiro com máscara.

Wireshark 1.4.2 e anteriores tem um bug na API Lua. Eles só suportam bitfields (campos int com máscara), quando adicionado a um Proto definindo os campos do protocolo, assim como no exemplo abaixo:

Isso é complicado se você tiver um protocolo grande com vários bitfields, você terá que adicionar todos eles no inicio. Então coloco aqui uma função feita por Devendra Tewari que auxilia na exibição de bitfields.

Sua única limitação é que o Wireshark irá destacar todos os octetos que contêm o bitfield, se você ativar Bit View no painel mais abaixo (terceiro), o Wireshark não irá destacar somente os bits referentes ao campo de bits.

Como colorir seu protocolo no Wireshark

O Wireshark tem uma funcionalidade bem interessante e útil quando precisamos analisar grandes logs capturados. Ele nos permite configurar filtros para cada protocolo e assim colorir cada ocasião que aquele protocolo aparecer. Como pode ser visto na imagem abaixo:

  • Para fazer isso basta ir no menu View/Coloring Rules…
  • Clique no botão de criar novo, irá abrir uma nova janela.
  • No primeiro campo dê um nome ao filtro que será criado
  • No segundo campo informe o nome do protocolo que será filtrado.
  • Logo abaixo escolha as cores e dê ok
  • Posicione o seu novo filtro acima da camada onde seu protocolo roda. Por exemplo: Se o seu protocolo roda em cima de TCP, então coloque seu filtro logo acima do filtro de TCP.
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Linguagens e suas definições

hehe

Para programar em uma linguagem expressiva e poderosa: Python.
Para ter um site online rapidamente: PHP.
Para se misturar com os programadores que se proclamam “rockstars”: Ruby.
Para realmente aprender a programar: C.
Para atingir a iluminação: Scheme.
Para se sentir deprimido: SQL.
Para remover um cromossomo: Microsoft Visual Basic.
Para ter um emprego garantido, medíocre, mas que paga bem para escrever aplicações financeiras em um cubículo debaixo de luzes fluorescentes: Java.
Para fazer a mesma coisa com certificações e letras depois do seu nome: C#.
Para alcançar um sentido mágico de deslumbramento infantil que você leva um longo tempo para diferenciar de megalomania: Objective C.

Poderia continuar… mas não estou me sentindo com tanto ódio hoje.

Sintam-se livres para continuar nos comentários.

Fonte: http://imgur.com//gallery/GXlwe

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XVI Encontro do @PUGPE